"(…)Quando nós gostamos realmente de alguém, a queremos ver bem independente de qual situação for, seja conosco, seja sem nós. Porque o sorriso desta pessoa é tão valioso para nós – ás vezes mais do que o nosso próprio sorriso, nossa própria felicidade – que quando ela sorri, mesmo que o sorriso não tenha sido provocado por nós, o mundo se ilumina. Mesmo que a luz do mundo se apague segundos depois ao perceber outro alguém ao lado da pessoa, onde era para nós estarmos. Éramos nós que devíamos estar segurando a mão dela, beijando sua bochecha e colocando seu cabelo para trás da orelha. Eram para nós que aqueles olhos deveriam estar brilhando. E era para nós que aquele sorriso deveria estar destinado. Dói saber que não somos nós junto da pessoa, mas a dor passa pelo milésimo de segundo em que aquele sorriso brilha. É estranho. (…)"
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